Vistas panorâmicas mundo afora

Procurando softwares que fazem a costura de imagens para geração de vistas panorâmicas, encontrei o Panoye que se propõe a hospedar vistas de 360º de diversos pontos do mundo, devidamenteo geolocalizados. Tem até um post de Porto Alegre por lá.

Como revelar links de destino do TinyURL

Um dos serviços mais antigos e conhecidos para redirecionamento de links longos é o TinyURL. Este serviço ganhou mais visibilidade com o expressivo aumento de usuários e posts no Twitter, que faz automaticamente a conversão de links longos.

Como o Alex Primo alertou, infelizmente os vagabundos já estão criando links curtos redirecionados para esconder URLs suspeitas tipicamente usadas para golpes de phishing.

Para minimizar o impacto desses redirecionamentos maliciosos, o TinyURL implementou o recurso de preview, que mostra o endereço de destino evitando o acesso automático e permitindo ao usuário decidir se quer seguir aquele link ou não.

Se você permite cookies no seu navegador, pode ativar o preview que valerá para os próximos links TinyURL que clicar. Senão, pode copiar e modificar o link original adicionando o prefixo “preview” na URL, deixando o resultado como este: http://preview.tinyurl.com/3j9r8u

Independentemente das ferramentas ou método de proteção, o importante é ficar de olhos abertos e suspeitar de quaisquer e-mails recebidos de [supostamente] instituições conhecidas.

Campus Party e a contemplação do teto

Há um mês atrás eu estava deixando São Paulo após acampar na Campus Party Brasil durante o evento que felizmente coincidiu com meu período de férias na empresa.

E enfim, atendendo a pedidos — mesmo que com leve atraso — resolvi compartilhar o que raios fui fazer lá.

Vai soar paradoxal para alguns, mas a real é que não fui na Campus Party buscando encontrar com um grupo específico de pessoas, nem aprender uma tecnologia XPTO nas oficinas, nem ampliar networking.

O que eu buscava mesmo era uma espécie de isolamento dos outros contextos de vida, que acabam ocupando tanto espaço a ponto de esmagar pequenos prazeres como zapear por todos os feeds não-lidos, ler todas as mensagens das listas de discussão e poder responder no timing, testar novos e nem-tão-novos serviços web, compartilhar no blog coisas que pareçam úteis aos amigos e colegas, baixar e testar muitos freewares só pra saber o que fazem, programar aquele sisteminha com timelines para organizar as disciplinas e pré-requisitos da faculdade, atualizar as versões de softwares do servidor sem que as coisas parem de funcionar, e muito muito mais.

Essas atividades acabam sem espaço nos dias normais lotados por loops de {emprego} {faculdade} {família} {empresa} {freelas} {homework} {4h.de.sono}, e a cparty foi uma oportunidade de inverter essas prioridades.

Aproveitei o tempo para programar coisas que eu queria ao invés daquelas que queriam que eu fizesse, ler o que me interessava e não o que um professor ou um projeto exigia, assistir cursos de programação de robôs, Ruby on Rails e Google Gadgets apenas porque eram assuntos interessantes e não porque tinha obrigação de aprender para executar algo, e principalmente aproveitei para avaliar alguns caminhos e decisões da minha vida on-line e off-line. Para não perder tempo com atividades menos úteis como dormir, passei praticamente todas as noites em claro juntamente com uma multidão que curtia as madrugadas jogando, baixando e assistindo filmes, agitando campanhas via livestreams, twittando e conversando ao som de muito rock, tecno até algum axé.

Usei e gastei meu tempo como queria, fazendo coisas que o ritmo de vida não permite — e isso inclui ficar parado olhando pro teto pensando na vida!

Vou tentar participar da próxima Campus Party, provavelmente com objetivos diferentes e talvez até um approach menos anti-social :) mas por enquanto tenho que por em prática uma das decisões que emergiram da contemplação do teto: não congelar o Gotas, como estava prestes a fazer. Acredito que o blog vale o esforço extra e pode ser útil ao povo que -mesmo eventualmente- me acompanha na rede e fora dela. Espero acertar o passo e conto sempre com o feedback de todos.

Senhas ultra seguras

Criar uma boa senha (sim, me refiro ao sentido nerd e criptográfico) não é tarefa fácil. Pela nossa natureza, tendemos a seguir padrões previsíveis ou então repetir uma mesma senha em vários sistemas e (pior) sites públicos.
Nos casos em que a senha precisar ser algo realmente escabroso e impossível de deduzir ou capturar, você pode contar com o gerador de senhas ultra seguras do Gibson.

Para situações onde a segurança da informação não é tão vital, sugiro a criação de uma convenção que permita reconstruir a senha, sem precisar necessariamente lembrar dela.

Um exemplo, é decidir a troca de certas letras por números. Os mais comuns nesse caso é usar 3 para representar o E, 4 para A, 5 para S e outras que sua imaginação conseguir identificar. Dessa forma, você precisa apenas lembrar que a senha é “aquela” e saberá que precisa digitar “4qu3l4″. A convenção pode ser mais complicada, decidindo pela troca só de algumas, ou só em algum ponto específico da palavra.

Outra maneira, é usar parte do nome do próprio serviço e alguma outra informação numérica para formar a senha, como por exemplo, as 4 ou 6 primeiras letras do nome seguidas do ano em que você se cadastrou. Nesse exemplo, uma senha do Gmail poderia ser “gmai07″.

Para quem não curte a idéia de criar convenções nem memorizar senhas, no próximo post vou contar como faço para não perder de vista as minhas 475 senhas de serviços on-line diversos, redes, servidores, celular, voicemail… …

Twitters do Brasil

TwitterPoster Brasil

Para encontrar sem muito esforço os twitters mais perseguidos, basta uma passada pelo TwitterPost. No rodapé estão os filtros por outras regiões. Sem dúvida uma aplicação útil para a API do Twitter.