Tempus Fugit
Há tempos penso em reativar meu site.
Minha idéia original era compartilhar com amigos, familiares e colegas algumas pérolas encontradas na rede, mas também dicas originais e até ferramentas que criei para uso pessoal.
A dúvida que impedia a evolução dessa idéia era sempre o formato. Como desenvolvedor eu acabava num impasse entre fazer tudo em HTML estático e totalmente clean, desenvolver um gerenciador(zinho) de conteúdo, usar um pacote de portal pré-pronto, ou como passei a considerar mais recentemente, publicar um blog.
A gota d’água que me levou a decidir de uma vez pela ferramenta e criação deste espaço, foi a recorrente percepção de que Tempus Fugit, e muito. Se eu continuasse esperando o momento certo, a ferramenta ideal, o tempo livre, o nome perfeito… o tempo continuaria voando, fugindo, e normalmente em porções bem maiores que meras gotas.
Embora o formato “blog” não fosse meu preferido — devido a linearidade temporal dos conteúdos — venceu por ser a solução mais simples e que exigiria menos envolvimento (e tempo) para instalação e manutenção.
A possibilidade de “publicação com conta-gotas”, além de perfeita para o tempo que não tenho livre, ajudou na criação de um nome original para o blog (ao menos foi o primeiro que não encontrei duplicado por aí, entre tantos que pensei antes), e deverá representar o ritmo e formato de publicação que vou tentar manter: posts pequenos, úteis e freqüentes — nessa ordem. =)
Como blogueiro de primeira viagem, não consigo imaginar com muita clareza o futuro desse ‘empreendimento’, e enquanto aprendo, fazendo, conto com a paciência e principalmente com a opinião dos amigos via comentários ou e-mails para saber se estou no rumo certo.
Renato Rosa disse,
em 23 Mar 2006
Opa, vou ser o primeiro a comentar. Bom, como já tinha te dito por mail, parabéns. Certamente teremos muito a aprender contigo por aqui. Vamos te linkar no nosso Blog.
Campus Party e a contemplação do teto « Gotas de Tecnologia disse,
em 17 Mar 2008
[…] Usei e gastei meu tempo como queria, fazendo coisas que o ritmo de vida não permite — e isso inclui ficar parado olhando pro teto pensando na vida! […]