21 Apr 2008
Um dos serviços mais antigos e conhecidos para redirecionamento de links longos é o TinyURL. Este serviço ganhou mais visibilidade com o expressivo aumento de usuários e posts no Twitter, que faz automaticamente a conversão de links longos.
Como o Alex Primo alertou, infelizmente os vagabundos já estão criando links curtos redirecionados para esconder URLs suspeitas tipicamente usadas para golpes de phishing.
Para minimizar o impacto desses redirecionamentos maliciosos, o TinyURL implementou o recurso de preview, que mostra o endereço de destino evitando o acesso automático e permitindo ao usuário decidir se quer seguir aquele link ou não.
Se você permite cookies no seu navegador, pode ativar o preview que valerá para os próximos links TinyURL que clicar. Senão, pode copiar e modificar o link original adicionando o prefixo “preview” na URL, deixando o resultado como este: http://preview.tinyurl.com/3j9r8u
Independentemente das ferramentas ou método de proteção, o importante é ficar de olhos abertos e suspeitar de quaisquer e-mails recebidos de [supostamente] instituições conhecidas.
24 Jan 2008
Criar uma boa senha (sim, me refiro ao sentido nerd e criptográfico) não é tarefa fácil. Pela nossa natureza, tendemos a seguir padrões previsíveis ou então repetir uma mesma senha em vários sistemas e (pior) sites públicos.
Nos casos em que a senha precisar ser algo realmente escabroso e impossível de deduzir ou capturar, você pode contar com o gerador de senhas ultra seguras do Gibson.
Para situações onde a segurança da informação não é tão vital, sugiro a criação de uma convenção que permita reconstruir a senha, sem precisar necessariamente lembrar dela.
Um exemplo, é decidir a troca de certas letras por números. Os mais comuns nesse caso é usar 3 para representar o E, 4 para A, 5 para S e outras que sua imaginação conseguir identificar. Dessa forma, você precisa apenas lembrar que a senha é “aquela” e saberá que precisa digitar “4qu3l4″. A convenção pode ser mais complicada, decidindo pela troca só de algumas, ou só em algum ponto específico da palavra.
Outra maneira, é usar parte do nome do próprio serviço e alguma outra informação numérica para formar a senha, como por exemplo, as 4 ou 6 primeiras letras do nome seguidas do ano em que você se cadastrou. Nesse exemplo, uma senha do Gmail poderia ser “gmai07″.
Para quem não curte a idéia de criar convenções nem memorizar senhas, no próximo post vou contar como faço para não perder de vista as minhas 475 senhas de serviços on-line diversos, redes, servidores, celular, voicemail… …